sexta-feira, 27 de agosto de 2010

O ÚLTIMO REDUTO DE SERRA ESTÁ POR CAIR

Assim como acontece na Bahia com os adversários do Governador Wagner, onde a cada pesquisa eleitoral, vêem o eleitorado mais consolidado no candidato do PT, no cenário nacional as coisas não vão muito diferentes.
A cada resultado de nova pesquisa Serra vê seus redutos desaparecendo. Nem em São Paulo o Serra se garantiu. A futura Presidenta Dilma tomou-lhe a liderança até na Capital, onde tinha quarta-feira (24/08) 45%. Dizemos tinha, porque o que vemos é a candidata do Presidente Lula subindo em média 1,5% a cada rodada de pesquisa eleitoral.
Os tucanos que estão trabalhando no Plano B, garantir pelo menos a sobrevivência em algum Estados, encontram-se agora com o seu candidato liderando em uma única capital, Curitiba. Mas o futuro é incerto mesmo naquela capital. Em julho, Dilma tinha 24% e Serra 47%. Nesta pesquisa Serra apareceu com 40% e Dilma 31%. Eram 23 pontos de diferença, agora reduzida a 9%. Não demora, acaba-se o último reduto de Serra. Poderemos dizer que foi uma queda capital.

Saúde também é tema de campanha para Marcelino Galo

Mais um grupo declara apoio à candidatura de Marcelino Galo. Na noite desta terça-feira (24) foi a vez dos profissionais da área da saúde se reunirem com o candidato, que concorre a uma vaga na Assembleia Legislativa. Eles debateram o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS), entre outros assuntos da área. O encontro ocorreu em Salvador, no Yacht Clube da Bahia, e foi marcado pelas declarações incisivas de médicos e lideranças de movimentos sociais e sindicais.
Mais de 150 pessoas compareceram à reunião, público formado por profissionais dos maiores hospitais da cidade, como o Hospital Geral Roberto Santos (HGRS), Aliança e São Rafael. Marcaram presença, o diretor do HGRS, Paulo Barbosa, o médico anestesista do Hospital da Bahia, Túlio Alves, o cardiologista do Hospital Aliança, Roberto Leal e o diretor do Núcleo Baiano de Implantes (NBI), Luiz Carlos Franco.
Galo demonstrou satisfação em ter o apoio dos profissionais da saúde e falou da importância de se construir cidadania através do direito básico à saúde com o fortalecimento dos SUS. “Eu sempre trabalhei em defesa de uma política estruturante que reúna todos os setores, inclusive a saúde. Ela é necessária na reforma agrária, na habitação, no saneamento. É por isso que este debate é imprescindível para instrumentalizar a nossa luta”.
Paulo Barbosa falou das dificuldades e dos avanços encontrados na saúde pública baiana. “Nós herdamos um quadro muito difícil e ainda enfrentamos grandes problemas, como o insuficiente financiamento de recursos e o baixo grau de eficácia na sua aplicação. Apesar disso, percebo um avanço neste último governo, como a ampliação do número de hospitais e melhorias na estrutura de algumas redes assistenciais, que não existiam no Estado”.
Já o médico Túlio Alves comentou a importância de discutir saúde na candidatura de Marcelino Galo. “Acho muito interessante que Marcelino defenda o SUS, já que ele não é tradicionalmente ligado a este setor, mas sabemos que 80% da população têm somente este mecanismo. Temos que discutir e encontrar melhores condições para os usuários. Uma das contribuições que ele pode dar é ajudar na regulamentação da emenda 29”, comentou, fazendo referência à Emenda Constitucional que prevê mais recursos para a área da saúde, significando mais de R$ 20 bilhões de ampliação de investimento. Os projetos de lei complementares a esta emenda estão no Congresso: um na Câmara e outro no Senado